Calendário campanha salarial

Conforme deliberado em assembleia, estamos em Estado de Greve.

Atividades agendadas em decorrência dessa situação:

Reuniões:

Dia 01/09/15 as 15h30 com a DEX e a comissão de negociação;

Dia 03/09/15 as 15h00 reunião de representantes por setor na sede da Associação;

Dia 08/09/15 as 10h00 reunião com o sindicato ( a confirmar pelo sindicato);

Dia 10/09/15 as 10h00 ato em frente a AASP no Encontro Estadual de Defesa do Consumidor.

Na reunião de representantes, em 03/09, vamos encaminhar a todos adesivos e botons.

Assembleia – 12 de agosto

Ata da assembleia: clique aqui.

Abaixo, algumas fotos do evento.

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O presidente da AFProcon, Manuel Amaral da Silva, acompanhado dos demais expositores, fez a abertura dos trabalhos, cumprimentando os presentes, e informando a pauta desta assembleia:

Informações gerais

– denúncias envolvendo a Fundação Procon/SP;
– extensão da licença maternidade para 180 dias;
– aditivo contratual para 06 horas nos postos de atendimento (especialistas);
– condições de trabalho nos postos de atendimento (relatório entregue à DEX);
– contratação dos novos funcionários (prevista para nov/15) ;

– ato público, seguido de assembléia, dos funcionários do Itesp no dia 14/08/15, às 10h00, no Pátio do Colégio.

Na sequência, foi dada a palavra ao Alexandre Vianna, que falou sobre o índice de reposição salarial, a ser aplicado em setembro/2015, bem como sobre a defasagem salarial.

Apurado índice de quase 9% pelo IPC-SP Fipe (acumulado dos últimos 12 meses), para reposição salarial;

Simulada a defasagem dos salários atuais em relação aos salários, divulgados nos editais de concurso de 1997 e 2004, e considerando o ajuste de curva, obtido na gestão de Maria Inês Fornazzaro, e o reajuste médio de 18%, aplicado em 2011, quando da aprovação do novo PCCES, apurou-se que:  a) após 18 anos, os salários apenas foram simplesmente atualizados pela inflação, ou seja, como se não tivesse ocorrido qualquer outro ajuste – por exemplo, o salário do técnico I, que no edital do concurso era R$ 984,00 em julho de 1997, corrigido apenas pelo IPC-SP Fipe, seria, em julho de 2015, R$ 2.545,83. Esse valor é praticamente o mesmo que recebe hoje o Técnico de Proteção e Defesa do Consumidor e o Especialista em Proteção e Defesa do Consumidor I; b) se fosse utilizado na correção o índice da própria Fipe, para monitoramento geral de salários (INPC), se chegaria a R$ 3.119,56, ainda sem contar o percentual de mais de 20% quando do ajuste de curva e os 18% por ocasião da implantação do PCCES.

Vilma Paz, em seguida, tratou dos processos de promoção e progressão de 2014 e 2015, esclarecendo, inicialmente, que a direção atual da Fundação tem, quando cobrada, se limitado a dizer que os processos foram aprovados internamente e encaminhados às instâncias de autorização do governo, a despeito de já termos insistido muito em dizer que esse tipo de informação não quer dizer nada, que a diretoria executiva da Fundação tem que ir a tais órgãos, pessoalmente, para saber como andam os pareceres, qual é a tendência e argumentar no sentido de que os processos precisam ser aprovados. Ressaltou que esse trabalho não está sendo feito.

Esclareceu que as pessoas promovidas recebem os valores retroativos a agosto de 2014, mas as progressões só surtem efeitos financeiros a partir da nomeação, então todo esse período de espera significa perda financeira aos progredidos.

A DEX sabe que as promoções e progressões de 2014 precisam ser aprovadas até o final de agosto, para que os processos de 2015 possam ser encaminhados.

Observou que as perspectivas de aprovação desses processos, até o momento, eram boas, porque todas as condições estipuladas no PCCES foram cumpridas e a Fundação tem verba para arcar com os custos necessários, mas as notícias atuais não são boas, porque o parecer que foi encaminhado para o CODEC é de que a Fundação tem a verba, mas foi utilizado 1,03% da folha de agosto de 2014 e não apenas 1% conforme prevê o plano. Além disso, foi ressaltado no parecer que a CPS deve observar que o limite prudencial de gastos com salários do Estado de SP já está sendo atingido. Tudo isso pode ser motivo para os processos não serem aprovados.

Essas informações, que são importantíssimas, só foram obtidas porque a AFProcon foi até a Secretaria da Fazenda para verificar o andamento dos processos.

Foi ressaltado, ainda, que não efetivar as promoções e progressões, o reajuste anual e até mesmo não contratar os novos funcionários prejudica a todos, porque não amplia o limite financeiro de 1%.

Em seguida, o Diretor Social, José Roberto, fez uso da palavra para tratar do Processo de Aditivo do PCCES, consignando o seguinte:

Que o referido processo se originou em 2013, quando a proposta foi aprovada no Conselho Curador, e foi fruto de uma negociação entre a Fundação e os servidores, perante o MPT (Ministério Público do Trabalho), destinando-se a progressão dos cargos isolados e em extinção de Técnicos de Proteção e Defesa do Consumidor I e Técnico de Informática I, com reflexo na faixa salarial inicial de Especialista de Proteção e Defesa do Consumidor I, que sofreria majoração de 20%, em virtude da simetria salarial, considerando a diferença de 20% entre as classes de Especialistas e a diferenciação salarial entre TPDC I e EPDC I.

Que esteve na SEFAZ – CODEC e fez vistas dos autos do referido processo, quando verificou que o mesmo continha parecer desfavorável da Coordenadoria de Orçamento, de junho/2015, órgão vinculado à Secretaria de Planejamento, que concluiu pelo não acatamento do pleito, tendo em vista a “instabilidade do cenário econômico e o impacto no limite dos gastos da LRF e Decreto do governador”. Acrescentou ainda que o processo após reanálise do CODEC será remetido a CPS (Comissão de Política Salarial) vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão, cujo presidente é o Secretário de Planejamento, o qual anteriormente já acolheu parecer negativo da Coordenadoria Orçamentária.

Por fim, informou que o cenário é sombrio, confirmando informações fornecidas pelos agentes da SEFAZ, tendo demonstrado a situação de déficit orçamentário do Estado de São Paulo desde o ano de 2011, sendo que em 2015 já se estima um déficit no montante de R$ 1,7 bi.

Deixou transparente que há forte tendência de não acolhimento das demandas em curso nos referidos órgãos, no entanto é preciso exercer pressão sobre a DEX, Secretaria de Justiça e demais órgãos envolvidos nos trâmites dos processos, com vistas à alteração de tal tendência.

Em seguida, após as devidas ponderações e manifestações dos servidores presentes, foram colocadas as questões tratadas em votação:

– estado de greve – aprovado;
– eleita a comissão de negociação: Membro da Associação e os funcionários Durval (DAOC), Paulo (ACP) e Jorge (Posto Sé): aprovado;
– ação indenizatória, promoção (evolução horizontal) dos últimos cinco anos: aprovado;
– ação referente as declarações do Secretário de Justiça: aprovado;
– ação indenizatória progressão (evolução vertical): aprovado;
– panfletagem do texto em defesa dos funcionários e da instituição: aprovado;
– provocar o MPT sobre o processo do aditivo, furto de acordo entre a Associação e a Fundação Procon, o qual tramita desde 2011 e agora nos dão sinal de que nada será aprovado: aprovado;
– antecipação da contratação dos concursados para setembro de 2015: aprovado;
– participar junto com o Itesp em ato em frente a Secretaria de Justiça, na sexta- feira, 14/08/15, em repúdio as declarações feitas pelo Secretário/ Diretoria Executiva e pelo resgate do Procon, exigindo retratação pública e ampla: aprovado;
– manifestação no Encontro Estadual de Defesa do Consumidor, a ser realizado nos dias 10 e 11 de setembro de 2015: aprovado.

MANIFESTAÇÃO NO PÁTIO DO COLÉGIO

Lembramos a todos que, conforme deliberado em Assembleia Geral, os funcionários do Procon se concentrarão amanhã, dia 14/08/2015, às 10h00, em frente à Secretaria de Justiça, no Pátio do Colégio.

Nessa manifestação nos juntaremos aos funcionários do Itesp, a convite da AFItesp, oportunidade em que mais uma vez repudiaremos as declarações do Secretário e exigiremos a sua pública e ampla retratação, além de reforçarmos todos os demais pleitos discutidos em assembleia.

CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DOS QUE PUDEREM ESTAR PRESENTES.

Convém lembrar que será feita solicitação do abono de horas empenhadas neste evento de organização trabalhista, porém até o momento não há garantia de aprovação do pleito.  Além disso, considerar que a participação no evento não deve prejudicar compromissos previamente agendados.

RESUMO DA REUNIÃO COM A DEX EM 06/08/2015

A Diretora Executiva abriu a reunião prestando informações acerca dos processos de progressão e promoção, afirmando que encontram-se no CODEC, tendo o assessor César Azevedo conversado pessoalmente, no dia 05/08/15, com a secretária executiva daquele setor, que previu prazo de uma semana para que sejam remetidos à Secretaria de Planejamento e Gestão, quando, a Dra. Ivete irá pessoalmente conversar com as autoridades competentes para sua aprovação, conforme comprometeu-se.

Os representantes da AFProcon questionaram o fato de há um mês terem alertado sobre a importância de se realizar a gestão dos processos (Progressão, Promoção, Aditivo ao PCCES, etc) e ponderaram que, muito antes de o Sr. Azevedo ter feito o contato, representantes da própria AFProcon já haviam realizado consulta aos respectivos processos, inclusive se inteirando do conteúdo dos despachos constantes nos mesmos, bem como da sua tramitação. Relembraram também que fora combinado que a DEX manteria os funcionários devidamente atualizados da tramitação desses processos, o que não tem se cumprido, se reduzindo a DEX a prestar ocasionalmente informações de forma genérica não atingindo a finalidade de esclarecimento da forma que os servidores necessitam.

Ainda quanto a esses processos, a Diretora Executiva alegou que tinha uma reunião marcada para o dia 13 de julho, com uma assessora do Secretário da Fazenda, para tratar desse e de outros temas relevantes, tendo essa sido desmarcada, a despeito de sua vontade. Assim, as informações só foram levantadas em 5 de agosto.

Em seguida discorreu sobre a equivocada matéria do Estadão referente a supostas fraudes no Procon, a qual foi reproduzida por outros grandes veículos de comunicação, que afetaram negativamente a credibilidade da Fundação Procon e dos seus funcionários de carreira, causando entre todos grande mal-estar. Afirmou que após ter dialogado com os colegas da Fiscalização, que em primeiro momento expressaram de forma mais contundente sua indignação, chamou a diretoria da AFProcon para reunião, para prestar esclarecimentos sobre os fatos ocorridos e responder os questionamentos formulados.

Considerou que não foi a Diretoria Executiva do Procon e nem a SJDC que aproximaram a imprensa desse assunto, pois já considerava o caso concluído com a entrega do processo administrativo sobre o assessor Renato Menezello ao MP de SP em abril deste ano. Alegou que há divergências entre um dos jornalistas que a assinam a matéria, Ricardo Chapola, e o Deputado Celso Russomano, e que quando esse jornalista tomou conhecimento desse processo no MP, achou o assunto atrativo e passou a entrevistar as pessoas envolvidas.

Disse o jornalista teria comparecido ao Ministério Púbico, conversado com o Promotor responsável, que confirmou a existência do inquérito e acrescentou que empresas também haviam denunciado procedimentos irregulares por ele praticado no Procon-SP.

Posteriormente, o jornalista teria conversado com o Secretário de Justiça, com ela própria e, depois de semanas, publicou a reportagem com informações distorcidas.

Dra. Ivete informou considerar bastante lamentável o fato e acrescentou ter recebido telefonema da presidência da Eletropaulo, também cobrando retratação, além da recepção negativa do caso no Palácio dos Bandeirantes.

Ponderou que, mais do que lamentar, em conjunto com o Secretário, tomou a atitude de publicar a nota de esclarecimento *, salientando que os casos não afetaram funcionários concursados. O documento foi publicado no site da Fundação Procon e veiculado na intranet, além de ser enviado a todas as empresas de comunicação e jornalistas com quem a Fundação Procon mantém contato, via Assessoria de Imprensa (mailing).

Consignou que para atender ao anseio dos funcionários, tais medidas foram tomadas para corrigir os equívocos e danos aos servidores e para evitar que tais fatos se repitam. Contudo, considerou que não se deve dar mais extensão à questão, que estamos esquecendo que estamos no Brasil, um país onde as pessoas não têm memória e que em três dias todos já teriam se esquecido do conteúdo da matéria.

Em relação a outras providências, como o chamamento de uma coletiva, para esclarecimento do fato (sugestão apresentada a ela no dia da reunião na DFisc), Dra. Ivete informou que seriam tomadas a partir da análise da repercussão do caso, seguindo diretrizes do Palácio, que teria solicitado informes sobre outras demandas de empresas de comunicação, por ser assunto de interesse do Governador Alckmin. Adiantou que, até aquele momento, apenas a Rede TV! e a Globo News haviam pedido informações, mas somente para arquivo.

Os diretores da AFProcon consignaram que os funcionários têm se mostrado extremamente insatisfeitos e revoltados com as declarações desastrosas, mais especialmente desde a matéria publicada no Conjur, também desabonadora ao órgão e seus funcionários. Foram citados casos de funcionários que são questionados e constrangidos até por amigos e familiares e que tendem agora a ser mais questionados por fornecedores – tudo por conta dessas desastrosas declarações. Ponderou-se que nas rádios, âncoras demonstravam certo espanto, “por não poderem confiar nem mais no Procon”, e dividiam tal impressão com a população, que nos próprios comentários das notícias, também atacava a atuação do órgão.

A DEX reconheceu como legítimo o sentimento que envolveu os funcionários, mas ponderou que, muitas vezes, o cidadão também exagera, especialmente aquele que já tem um viés crítico em relação a determinadas instituições ou que não conseguiu algum atendimento no Procon.

Ponderamos mais uma vez que não caberia aos gestores do órgão reforçar impressões negativas, especialmente se não confirmadas, tendo ela considerado que a todo momento e em todos os lugares procura enaltecer o trabalho do órgão e dos que nele trabalham.

Em relação à insatisfação dos funcionários com a gestão, Dra. Ivete disse que a AFProcon deveria falar apenas por si, pois sabe que a avaliação da sua gestão é muito boa, uma vez que tem conversado permanentemente com as lideranças das equipes e ouve dizer que seu trabalho está muito bom. Considerou que a Fundação Procon tem tido presença relevante na mídia (ela tem feito mídia positiva, o que não vinha ocorrendo no órgão), fomentado ações importantes na Defesa do Consumidor e que, por isso, tem recebido sinalizações positivas também com que conversa externamente.

Acrescentou, também, que a avaliação da Associação não representa a opinião dos 700 funcionários da Fundação, e que, inclusive, utiliza-se de outras fontes de avaliação de sua gestão, a exemplo do representante dos funcionários no Conselho Curador, Ricardo Vieira, que afirmou, na última reunião do Conselho Curador, que os funcionários estão satisfeitos com sua gestão, declarando que muitas medidas positivas foram tomadas em favor dos funcionários e da Fundação nos seis meses de sua gestão, fala que foi registrada em ata.

Dra. Ivete ponderou que a conjuntura é difícil, que há dois decretos praticamente engessando possibilidades e que considera que tem feito tudo o que está ao seu alcance, inclusive atendendo a todas as solicitações da Associação. Ela e os assessores ponderaram que é preciso um pouco mais de paciência, que há entraves burocráticos, além da conjuntura econômica. E que se os objetivos ainda não se concretizaram, não foi por falha dela. Chegou a perguntar o que ela poderia ter feito e não fez pelos funcionários.

Os representantes da AFProcon asseveraram que têm conversado constantemente com muitos colegas, dos mais diversos setores, e recebido mensagens que cobram providências mais incisivas da AFProcon, não só para atendimento dos direitos relativos à remuneração (reposição salarial, promoção, progressão etc.), mas especialmente das condições de trabalho e do resgate do prestígio do órgão perante a população e demais participantes dos sistemas de defesa do consumidor.

Foi ponderado, ainda, que a relação da DEX com a AFProcon tem se desgastado, tendo a Diretoria deixado de assimilar e de considerar adequadamente o que é apresentado pela Associação. Citamos também alguns exemplos de alterações infelizes nas publicações solicitadas pela AFProcon, na intranet, algo que antes não ocorria. Dra. Ivete ponderou que realmente opta por checar o conteúdo antes de ser publicado, mas considera que não tem culpa pelos eventuais equívocos apontados.

A Diretora Executiva afirmou ter sido noticiada de que o Diretor da AFProcon, José Roberto, no dia da reunião com os servidores da Fisca, estava nos corredores da sede promovendo suposta ação de greve entre os funcionários. Pedindo direito de manifestação, o citado diretor afirmou lamentar ter que fazer sua defesa pessoal naquela reunião, afirmando que o fato era improcedente, considerando que num dia atípico para os servidores em decorrência da repercussão negativa da matéria, era perfeitamente normal que qualquer diretor da AFProcon fosse instado por funcionários quanto a eventuais medidas a serem tomadas. Contudo, salientou o diretor da AFProcon, que conversou com apenas um servidor no corredor quando retornava do almoço. Frisou que é um erro a Diretora Executiva fazer afirmações, a partir de informações que lhe chegam, sem apurar adequadamente os fatos, lembrando-a de que essa postura já havia ocorrido em outra ocasião.

Nessa toada, expôs que a DEX precisa melhorar sua comunicação, afirmando que a AFProcon se preocupa com a precisão de suas informações e que realiza seu trabalho com muita seriedade, não se admitindo que os que ocupam cargos de relevo na Fundação não tenham a necessária cautela em suas declarações.

A DEX observou, por fim, que não vislumbra fechar o diálogo com a Associação, pois quer ter os funcionários como parceiros e acredita que o grau de civilidade das partes não seria compatível com uma ruptura. A diretoria da AFProcon, ressaltou, porém, que a DEX deveria ouvir e dar crédito às informações consignadas pela Associação dos Funcionários, que tem recepcionado as principais demandas dos servidores e não tem nenhum motivo para inventar ou criar situações ou demandas inexistentes.

Participaram da reunião:

Pela AFProcon: Manuel, José Roberto, Leandro, Marcelo Floriano, Alexandre e Vilma

Pela DEX: Dra. Ivete, Carlos (chefe de gabinete), Guaraci (assessor chefe) e Cesar (assessor executivo).

* – as notas de esclarecimento não tiveram repercussão nem de longe semelhante a das notícias que as motivaram – transcrevemos abaixo a segunda mensagem:

O secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania, Aloísio de Toledo César esclarece:
“Minha declaração foi publicada de forma incompleta em jornal, deixou de expor o meu pensamento a respeito dos servidores públicos que trabalham no PROCON. Tenho por eles o maior apreço, além de gratidão pela qualidade e integridade do serviço que prestam e que tanto vem projetando de forma positiva a imagem do órgão”.
A declaração publicada estava voltada exclusivamente para detentores de cargos em comissão que eram acusados de estar praticando irregularidades que precisavam ser apuradas.
Em momento algum minhas palavras envolveram ou foram voltadas para os servidores de carreira, nem os demais que ao seu lado atuam em limpidez de procedimento.

(publicada na intranet do órgão em 6 de agosto de 2015)

EM DEFESA DA NOSSA HONRA E DA INSTITUIÇÃO

Em decorrência da publicação da matéria veiculada no caderno Metrópole, em 05/08/15, do Jornal O Estado de São Paulo, sob o título “MP abre inquéritos para investigar fraudes no Procon de São Paulo”, bem como de todos os últimos acontecimentos vivenciados pelos funcionários do Procon no último ano, encaminhamos ao Governador e copiamos a Casa Civil, a Ouvidoria Geral, o Ministério Público de São Paulo, o jornal O Estado de São Paulo e outros veículos de imprensa, o seguinte texto:
EM DEFESA DA NOSSA HONRA E DA INSTITUIÇÃO
Os servidores da Fundação Procon-SP foram responsáveis pelo prestígio, respeito, credibilidade construídos ao longo dos últimos 39 anos, sempre com dedicação, empenho, comprometimento, habilidade técnica e competência.
Há 1 ano e 2 meses o Procon-SP vem agonizando com o loteamento político do órgão, quando por acordo entre o governo do Estado e o Deputado Federal Celso Russomano, Alexandre Modonezi foi nomeado Diretor Executivo da Instituição.
Desde então, de forma inédita, a instituição passou a ser alvo de denúncias de “quadrilhas instauradas” (http://www.conjur.com.br/2015-jul-13/manifesto-critica-secretario-justica-manter-inscricao-oab) e “sistemas de fraudes no sistema de fiscalização” (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,mp-abre-inqueritos-para-investigar-fraudes-no-procon,1738209) , pondo em xeque a reputação e credibilidade da Instituição e dos funcionários de carreira concursados e altamente preparados para a promoção da defesa do consumidor.
Tais denúncias, de fato, relacionam-se a atos praticados por ocupantes de cargos de confiança, indicados após o loteamento, sem qualquer observância das exigências previstas em Decreto, assinado pelo Governador, que institui o Plano de Cargos e Carreiras e estipula requisitos mínimos de experiência técnica necessária para o desempenho de tais funções.
E mesmo não fazendo parte de esquemas e quadrilhas, os servidores concursados estão sendo vitimados por denúncias, amplamente divulgadas na imprensa, que não fazem distinção entre o “joio e o trigo”, fomos TODOS colocados na vala comum.
As pessoas que passaram a dirigir o Procon-SP NÃO tem história de defesa do consumidor e muito menos compromisso com o desenvolvimento da Política Estatual de Defesa do Consumidor, consolidada na lei de criação da entidade, ao contrário, estão utilizando os cargos comissionados para atender interesses políticos partidários.
Além disto várias diretorias permanecem há mais de um ano sem nomeação de diretores, incluindo as duas mais importantes: Diretoria de Atendimento e Diretoria de Fiscalização. Os assessores técnicos e executivos nomeados também não possuem a qualificação técnica necessária para o exercício de suas funções. Tudo isso faz com que a Fundação Procon-SP e seus servidores estejam experimentando o dissabor de testemunhar a derrocada dos trabalhos técnicos e a perda do seu protagonismo histórico.
Nós, servidores concursados do Procon-SP, REPUDIAMOS o loteamento político da instituição, e não podemos pagar o preço de disputas políticas pelo controle da Fundação e de seus cargos, “essa guerra não é nossa”.
Queremos o resgate do CARÁTER EXCLUSIVAMENTE TÉCNICO da instituição e queremos manter o orgulho de sermos servidores do PROCON-SP e contribuirmos para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e harmoniosa.
Nesse sentido, Sr. Governador, exigimos providências imediatas, no sentido de indicar para a direção do Procon-SP pessoas que atendam aos requisitos previstos no citado Plano de Cargos e Carreiras, aprovado por V. Exa após referendo do Conselho Curador e demais órgãos técnicos do Estado de SP; que tenha notável saber e credibilidade no Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, mas que, principalmente, se comprometa exclusivamente com as atividades de proteção e defesa do consumidor de responsabilidade legal do Estado, bem como se comprometa com a retomada do respeito e da credibilidade da instituição.

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

 

CONVOCAÇÃO

Diante da pauta apresentada à Diretoria Executiva, relativa aos pleitos de todos os funcionários, e não tendo havido até o momento nenhuma realização concreta, apesar das inúmeras cobranças realizadas por meio de e-mails, ofícios e reuniões, inclusive com informações desencontradas sobre os processos em andamento, a AFProcon convoca todos os funcionários para Assembléia Geral Extraordinária, a fim de esclarecer eventuais dúvidas, discutir os fatos e deliberar sobre os seguintes assuntos:

  1. Reajuste anual e reposição salarial;
  2. Processos de promoção e progressão (2014 e 2015);
  3. Processo do aditivo do PCCES (técnicos e especialistas I);
  4. Contratação da lista final de aprovados no último concurso;
  5. Informes gerais.

 Data: 12/08/2015 – quarta-feira

Horário: 15h00 (primeira chamada) e 15h30 (última chamada)

Local: sede da AFProcon (Rua Barra Funda, 933 – sala 04)

COMUNICADO IMPORTANTE AOS PROMOVIDOS E PROGREDIDOS

Diante das últimas informações recebidas sobre os processos de promoção e progressão, a AFProcon convoca todos os funcionários promovidos e progredidos em 2014 para reunião, a fim de esclarecer eventuais dúvidas, discutir a situação e deliberar sobre as medidas que deverão ser adotadas caso a Fundação Procon não realize a gestão que temos insistentemente solicitado para que a aprovação e a aplicação das promoções e progressões sejam agilizadas ou, em pior hipótese, não haja autorização das instâncias governamentais.

Data: 29/07/2015 – quarta-feira – às 16h00

Local: sede da AFProcon (Rua Barra Funda, 933 – sala 04)

Observação: Já solicitamos à Diretoria Executiva a liberação desse grupo específico de funcionários para participar da reunião, porém ainda não obtivemos resposta. Sendo autorizado, informaremos imediatamente.

Ressaltamos que, ainda que não haja liberação pela DEX, a reunião será realizada, portanto, contamos com a participação de todos os interessados.

Karaokê na sede da Afprocon

Diversos colegas descobriram que possuem talentos para cantoria. Então tiveram a iniciativa de apresentar aos demais suas aptidões musicais. No dia 17 de julho organizaram um karaokê e testaram seus talentos em um encontro musical na sede da AFPprocon.  Todos cantaram, riram e se divertiram muito com o karaokê.  Outros virão e já estão todos convidados. Vejam algumas fotos do evento revelador. Uma pena não termos áudio.

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PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS AO SECRETARIO SOBRE AS DECLARAÇÕES DADAS AO SITE WWW.CONJUR.COM.BR

Prezada Senhora Dra. Ivete Maria Ribeiro, 

As afirmações do Sr. Secretário de Justiça Aloísio de Toledo César ao site Consultor Jurídico, em 13/07/2015 (publicada no “Clipping” de 15/07/2015), de que havia uma “quadrilha instaurada no Procon”; que houve “limpeza” na entidade, com a exoneração de servidores e comissionados que usavam o cargo para práticas irregulares”, provocaram indignação geral entre os funcionários da instituição, que se sentiram diretamente atingidos pelas acusações generalizadas. 

Tais declarações negativas ferem a imagem da Fundação Procon e de todos os seus servidores. Causa estranheza a ausência de preocupação de um secretário de estado em zelar pelo bom nome  de um órgão como o Procon de São Paulo, que sempre contou com funcionários de boa reputação, comprometidos com a ética e a moral, o que se confirma, inclusive, pela percepção da própria população, que há décadas considera a Fundação uma das instituições mais sérias e confiáveis do Estado de São Paulo. 
  
Para que não pairem dúvidas a respeito da idoneidade moral de todos os servidores, necessário se faz o adequado esclarecimento sobre o alcance da manifestação proferida publicamente pelo Sr. Aloísio de Toledo César, em especial quanto aos seguintes aspectos: 

I) utilização da expressão “quadrilha” dirigida aos servidores; 

II) motivos que levaram a atual gestão a proceder a mencionada “limpeza” (demonstração de quais foram as alegadas práticas irregulares cometidas pelos servidores); e 

III) comprovação da exoneração de servidores que supostamente cometeram as citadas “práticas irregulares”. 

Solicitamos que essa Diretoria Executiva encaminhe ao Senhor Secretário de Justiça os pedidos de esclarecimentos ora elencados, para que se manifeste também publicamente, a exemplo de suas declarações. 

Respeitosamente. 

Diretoria da AFProcon.

COMUNICADOS INDIVIDUAIS SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES

A AFProcon enviará, por correio eletrônico, durante esse mês de julho, comunicados individuais a todos aqueles que fizeram contribuições no primeiro semestre de 2015.

O documento trará os pagamentos confirmados em cada um dos meses, de janeiro a junho, de acordo com os registros que constam em nosso banco de dados.

Caso o associado encontre alguma divergência entre seus apontamentos e as informações prestadas, basta solicitar o ajuste, também por e-mail, com os esclarecimentos pertinentes. Até a primeira quinzena de agosto pretendemos fazer o tratamento de eventuais casos divergentes com resposta ao associado.

Ocorre que temos, por exemplo, recebido algumas contribuições, provavelmente feitas em caixa convencional, sem nenhuma identificação. São casos raros, mas pendentes de esclarecimento.

Os referidos comunicados retratarão a posição em 30 de junho. O envio será feito em lotes (aproximadamente 60 por semana) e abrangerá mais de 220 Associados que efetuaram pagamentos, de forma mais ou menos regular.

Aqueles que figuravam como associados ativos até 2014 e que desejam retomar a condição em 2015, independentemente do recebimento do comunicado, também podem enviar para o e-mail da AFProcon a indicação de quando e como pretendem fazer as contribuições referentes ao primeiro semestre de 2015.

Convém reiterar que – por problemas na sistemática do Banco do Brasil – deixamos de operar com a opção de “débito automático” há mais de seis meses!

Esperamos assim minimizar lacunas relativas às contribuições do primeiro semestre, com vistas a aprimorar constantemente o trabalho.

Cumpre agradecer o apoio dos que tem contribuído e realçar a importância da manutenção dos associados, bem como do trabalho por novas filiações e pelo retorno dos que encontram-se distanciados.

P.S.: Nos comunicados há um campo “Ação sexta parte“, que indica se o nome figurou no rol de associados, juntado à ação em andamento. Como já esclarecido, a AFProcon está empenhada em fazer valer o direito para todos os associados, inclusive daqueles cujos nomes não figuravam naquela lista, desde que possam comprovar 20 anos de serviço público.